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“Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos”.
Declaração Universal dos Direitos do Homem.

“Ao deixar esta terra abençoada do Brasil, eleva-se na minha alma um hino de ação de graças ao Deus altíssimo... (E deixo-vos) na certeza do amparo maternal de Nossa Senhora da Penha, que ao seu Santuário, protege esta Cidade Maravilhosa.” João Paulo II




VATICANO EM 3 D

Cappella Sistina.
Basilica di San Pietro.
Basilica di San Paolo fuori le Mura.
Basilica di San Giovanni in Laterano.



A gata Ellen e sua dona Izabel Pimentel.
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A mulher da minha vida!
(54 anos de casados).
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RIO DE JANEIRO – 450 ANOS DE FUNDAÇÃO

A cidade do Rio de Janeiro foi fundada em 1565, no dia 1.º de março. Nesse dia uma expedição comandada por Estácio de Sá, com o apoio dos índios Tamoios, desembarcou na região, com o objetivo de expulsar os franceses que ocupavam a Ilha de Villegaignon. Em homenagem ao Rei de Portugal, D. Sebastião, a cidade passou a ser chamada São Sebastião do Rio de Janeiro.
O Rio de Janeiro continua lindo.



Missão cumprida

O dia 21 de janeiro de 2014 poderá ser o primeiro dos últimos dias de uma existência. Nesta data estarei retornando ao Hospital Central do Exército para a realização de novos exames que indicará a necessidade de uma simples desobstrução de um canal que liga o fígado ao baço ou um longo procedimento que implicará em uma cirurgia abdominal radical e demorada, onde órgãos serão afetados cirurgicamente. Os médicos me afiançaram que neste caso o paciente normalmente se recupera e pode manter uma vida com qualidade por muito tempo. Eu ponderei que não estou interessado em qualidade de vida, mas em uma vida normal, se possível sem o radicalismo da operação.
Uma biopse é realizada, embora o resultado não seja conhecido de imediato. A preocupação em atuar em uma frente de órgãos, é neutralizar o avanço da enfermidade.
Mas é praxe agir desta forma ainda que depois o resultado da biopse seja negativo. Uma nova abertura abdominal não é recomendada nestes casos.
Moral da história: Até a poucos dias eu me sentia no gozo pleno de minha saúde, acreditando que morreria num acidente ou de um colapso cardíaco fulminante.
Uma coceira na pele me levaria a procurar o hospital, sendo internado pela primeira vez. Os exames indicariam que havia uma impregnação na pele causada por resíduos biliares que não estavam sendo processados pelo pâncreas e direcionados ao duodeno.
“- Seu fígado está gordo!” Alertara o médico urologista. Achei graça e não tomei cuidados para reduzir o consumo de alimentos que levam ao aumento do colesterol.
Todos nós temos o seu dia de encontro com São Pedro. Com setenta e seis anos completos, ultrapassei a média de vida do brasileiro comum. Como graduado sempre me imaginei fechando o meu ciclo de vida aos sessenta e cinco anos. Fui além da expectativa. Nestas condições alertei a família dos passos a seguir quando de meu óbito. Cremação e as cinzas jogadas parte sobre a sepultura do meu melhor, único e verdadeiro amigo: O cão Lhasa Apso Tilim que me acompanhou por longos e maravilhosos doze aos de sua existência. O restante das cinzas será jogado no mar. A urna destruída e dispersa em vários locais.
Acredito que o homem é lembrado pelo que deixou de bom em sua existência.
Há muitas maneiras de se perpetuar esta lembrança. Em minha modesta concepção posso afiançar que venho tendo uma vida de momentos relevantes. Não passei em branco pela Terra. Fui um filho presente, desde tenra idade, sempre ao lado de minha genitora, não só fazendo-lhe companhia, como a ajudando no que me foi dado fazer. Destaquei-me profissionalmente ainda quando jovem, nos meus dezesseis, dezoito anos de idade, trabalhando nos jornais O Momento e O Estado da Bahia, em Salvador. Sem falsa modéstia o melhor repórter de notícias policiais da época. Deixei a cidade quando senti que a ética profissional me indicava tomar um novo rumo. Viajei para o Rio de Janeiro e incorporei no Exército. Todas as promoções a partir de primeiro sargento até o posto de capitão foram por merecimento.
Não servi simplesmente à instituição militar. Fiz história por onde passei, deixando meu rastro de iniciativas e realizações bem sucedidas. Na reserva ingressei na arte da fotografia, realizando cursos e oficinas de todas as modalidades de atuação na área. Ocasião em que procurei aprimorar o olhar fazendo cursos de História da Arte. Anos depois, após exposições fotográficas apresentadas em diversos locais das cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Teresópolis, estive em Cascais e Santarém, Portugal. O ensaio Semana de Vera Cruz encontra-se incorporado ao Projeto “As Viagens dos Portugueses”, contributo da Biblioteca Nacional de Portugal ao Programa Internacional “Bibliotheca Universalis”.
Passado um tempo ingressei no mundo das letras, levado pela admiração de uma nota publicada em uma lista de discussão ligada ao meio fotográfico. Criei um blog que se transformou em um site servindo de suporte para divulgação de minhas fotografias e meus pontos de vista e crônicas urbanas. Formatei seis livros. O primeiro se encontra em fase de edição em uma gráfica. Pretendo divulgar esta obra inicialmente através da venda em uma loja virtual.
Em minha trajetória de vida aprendi a andar de bicicleta, escrevi livros e construí uma família que só me tem dado orgulho. Tenho uma companheira que segurou as pontas enfrentando todos os obstáculos de uma dona de casa e boa esposa, poupando-me de certos dissabores; daí porque sempre dispus de tempo e tranquilidade para tocar os meus projetos particulares sem grandes problemas. Paralelo ao sustento da família, sempre reservei os finais de semana para o lazer.
Nessa minha baixa ao hospital pude sentir os cuidados de uma família que me enche de atenções e carinhos. Sou o pai mais paparicado da face do planeta.
Voltarei ao hospital com a opção de sair no gozo pleno de minha saúde, ou sujeito a um período de recuperação submetendo-me a um procedimento específico para o tratamento da doença.
Na primeira fase de internação, quando foi retirada a vesícula biliar, eu perdi dezoito quilos, não me adaptando à comida do hospital. Sobrevivi com as sopas e sucos providenciados pelos familiares.
Depois da cirurgia, se houver esse ‘depois’, voltarei ao convívio dos amigos. Alguns inimigos conceituais, como frisou um internauta, mas dentro de um parâmetro de respeito mútuo, como manda a regra de boa convivência social.
Os textos deixo como a minha contribuição para o registro de meu tempo.

José Geraldo Pimentel
(14/03/1938 - ../../....).

Rio de Janeiro, 18 de janeiro de 2015.



A ESCALADA DA VIOLÊNCIA NA EUROPA

“Liberdade de expressão não dá direito de insultar a fé do próximo.”
Papa Francisco

Em visita a países asiáticos, o Papa Francisco disse a jornalistas a bordo do avião papal que existem limites à liberdade de expressão quando as crenças dos demais estão envolvidas. Apesar de condenar severamente o ataque ao ‘Charlie Hebdo’, em Paris, o pontífice afirmou que o insulto e o deboche não podem ser naturalizados.
”- Matar em nome de Deus é uma aberração, mas a liberdade de expressão não dá direito de insultar a fé do próximo” - disse. ”Acredito que tanto a liberdade religiosa quanto a de expressão são direitos humanos fundamentais. Todos têm não apenas o direito, mas a obrigação de dizerem o que pensam pelo bem comum. Podemos fazer isto sem ofender. Você não pode provocar, insultar a fé dos outros, fazer zombaria.”
Pontífice e jornalistas se dirigiam do Sri Lanka às Filipinas na viagem, e a questão da intolerância religiosa foi um dos temas principais na entrevista informal.
”- Consideremos nossa própria história. De quantas guerras religiosas a Igreja Católica participou? Até nós fomos pecadores” - avaliou.
(Agência O Globo, 15/01/2015).



O que entendo como liberdade de expressão

Evito fazer comentários sobre problemas que acontecem além das nossas fronteiras. No entanto, não posso me omitir com relação à escalada de violência que na Europa, como tem ocorrido também nos EUA, imita a falta de segurança que campeia nos quatro cantos do nosso país. O que se vê lá fora é uma amostra da nossa guerra diária.
Terroristas fundamentalistas invadiram a redação de um jornal especializado em charges, e matou os seus integrantes. Houve uma caçada nacional até localizarem os criminosos e os exterminarem, menos a única mulher do grupo que conseguiu sair do país.
A ordem do dia é defender o que chamam ‘liberdade de expressão’. E eu pergunto: que liberdade de expressão é essa que invade os dogmas de uma religião e esculacha os seus líderes. Agiram mal os terroristas, e mais ainda os que provocaram a vindita.
Eu respeito todas as formas de credos. Transito livremente por todas as crenças, preservando as minhas convicções religiosas. Cada qual no seu pedaço, já diz o ditado popular.
No protesto de Paris o Brasil teve uma participação discreta, pois é sabido que o atual governo comuno-petista preserva a anarquia, parta de onde partir, desde que seja manifestada contra os países ditos do primeiro mundo. Os nossos governantes já que não podem se projetar no cenário internacional como lideranças de uma grande nação, procuram ser expoentes no meio do submundo onde transitam o populismo, a miséria material e moral.
Um exemplo deste comportamento foi a defesa intransigente de setores relacionados com o que chamam de ‘direitos humanos’, achando que o movimento que se iniciou com a invasão de shoppings por arruaceiros, o dito movimento denominado ‘rolezinho’.
Os falsos defensores da liberdade de expressão afiançaram que os jovens por serem em sua maioria de origem humilde, só queriam marcar presença em um ambiente sofisticado.
Pensaram mal esses formadores de opinião, pois o que se viu foi arruaça em locais normalmente frequentados por todas as classes sociais, sem distinção de poder econômico.
Permitir que os shoppings sejam palcos de baderna é levar o caos a toda a cidade.
Um ponto que tem me incomodado é a passividade com que as autoridades militares assistem sem um protesto, a forma insidiosa com que setores ligados ao governo direcionam contra as Forças Armadas.
O que se viu nos últimos anos foi a passividade de um comandante de Força, que só faltou abrir a boca e servir de pinico para a senhora ministra chefe da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário Nunes. Sua atuação como chefe militar foi tão pífia que não teve autoridade moral para se impor diante do então ministro da Defesa, Nelson Jobim. Se não bastasse deixou que os seus companheiros de farda fossem devorados pelos integrantes de uma comissão dita da verdade, que humilhou quantos foram intimados e compareceram para depor. Jovens da militância petista chegaram a serem empregados como ‘consultores técnicos’ para interrogar coronéis e generais. A atitude desse chefe militar, que atende pelo nome de Enzo Martins Peri, demonstra falta de caráter. É omisso, bajulador e covarde.
Aqui reforço meu ponto de vista sobre liberdade de expressão. Criticar os dogmas de uma igreja me parece falta de respeito com a cultura de um povo. É diferente de expor a verdade sobre o comportamento de um dirigente que não dignifica o cargo que exerce. Ou não concordar com o liberalismo de pessoas que fazem a apologia da baderna.
Liberdade de expressão com responsabilidade, sempre.

José Geraldo Pimentel

Rio de Janeiro, 13 de janeiro de 2015.



FORÇAS ARMADAS

O que se espera dos novos comandantes de Forças

Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. (CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, TÍTULO V - Da Defesa do Estado e Das Instituições Democráticas, CAPÍTULO II - DAS FORÇAS ARMADAS).

Como se vê, as Forças Armadas estão a serviço do Estado, e não dos governos de plantão. Esse tem sido o papel que veem exercendo ao longo da história. E assim devem continuar para o bem e para o mal, sempre ao lado das instituições democráticas e do povo brasileiro. Infelizmente por um rápido período sob o comando de três chefes militares relapsos, que confundiam covardia com disciplina militar, foram ultrajadas e tratadas com deboches, achincalhes e ofensas morais.
Partir para a reconstrução de um novo tempo. Tempo em que as pessoas voltarão a olhar com respeito as suas FFAA. FFAA que não mais admitirão que se coloquem uma placa no seu santuário de formação dos quadros dos seus oficiais, aceitando a pecha de tortura praticada contra os seus alunos. Não mais se admitirá a interferência de organismos internacionais, ditos de direitos humanos, venham impor regras às normas estabelecidas na instituição de ensino. Não mais se admitirá que se criem Centros de Memória para denegrir a instituição militar. Dar nome a praças e instalar monumentos em honra a ex-terroristas que lutaram contra as FFAA. Menos ainda derrubar monumentos que homenageavam chefes militares ou substituir seus nomes de logradouros por outros de militantes da luta armada. Não se pode alterar a história para agradar os que estão no poder. O passado é história e deve ser preservado.
A união faz a força. As FFAA devem caminhar juntas e coesas não admitindo que adiante venham substituir um dos atuais chefes militares por se declarar contra as mazelas que aqui e ali venham ocorrer. O ministro da Defesa e a presidente da República têm o dever funcional e moral de preservar o nome da instituição militar, coibindo que elementos ligados diretamente às suas administrações ousem praticar quaisquer atos que as desabonem.
Uma instituição é forte quando se sente prestigiada. E as FFAA são fortes por natureza; moral, poder de dissuasão e pronta resposta. Que não se criem motivos para a repetição de 64.
Vamos olhar para frente construindo um novo Brasil. Assim se espera, e assim será.

José Gerado Pimentel

Rio de Janeiro, 09 de janeiro de 2015.



Salve os novos comandantes militares!

José Geraldo Pimentel

Novos comandantes de Forças. Novas posturas de chefes militares.
Faço votos que os novos comandantes de Forças tenham atitudes dignas de chefes militares. As Forças Armadas já sofreram muito nas mãos de três comandantes que não souberam honrar o cargo que exerceram, preferindo embarcar na onda da degradação moral que campeou no país nesses últimos doze anos de governos lula-dilma-petismo. É hora de mostrar ao Brasil que a instituição militar não é essa corja de ratos covardes que vem entristecendo a nação brasileira. Somos os legítimos representantes do povo na tarefa de defender as instituições, o território nacional, as suas riquezas materiais e morais.
Os oficiais que acabam de sair só nos causaram humilhação e vergonha.
Poucos foram os brasileiros que depositaram sua crença numa instituição militar que caia aos pedaços, com o material de guerra sucateado e a tropa sobrevivendo com salários aviltantes.
Cumprimento os novos comandantes militares certo que não seremos mais tripudiados por marginais que pousam de autoridades civis, quando não passam de bandidos, ladrões do Erário, arrogantes. Espera-se que não se passe mais por cima das FFAA como verdadeiros tratores, não repetindo o ultraje de confinar os comandantes de Forças em palanques isolados e distanciados das autoridades civis, mesmo em eventos militares. Que os detratores das FFAA moderem o linguajar porquanto não estão mais diante de homens covardes, mas de verdadeiros militares que honram a farda que vestem. O tempo da bajulação, da omissão, da submissão, - espera-se, - é chegado ao fim.
Preciso levantar a cabeça e mostrar ao mundo que as FFAA brasileiras trabalham irmanadas e em consonância com as instituições civis, respeitando-as e sendo respeitadas.
Servir nas FFAA é um privilégio dos que carregam na alma o desapego aos valores materiais e dedicam-se de corpo e alma a dar de si o melhor pela pátria brasileira.
Salve os novos comandantes militares!

Rio de Janeiro, 08 de janeiro de 2015.



Saudações ao novo comandante do Exército

O Clube Militar vem trazer, publicamente, sua satisfação com a nomeação do Gen Ex Eduardo Dias da Costa Villas Bôas para Comandante do Exército Brasileiro.
É unanimidade na Força Terrestre o reconhecimento de seu valor: inteligente, competente, homem de fácil diálogo, firme em suas convicções e extremamente humano. Não é um radical, sendo grande conhecedor do novo cenário mundial. Um militar vocacionado com todos os predicados necessários a manter o Exército na senda de servir à Nação acima de qualquer outro desígnio.
Todos nós, que desejamos a evolução da Força no século XXI, dentro dos ditames constitucionais e cooperando para o crescimento do Brasil, como exemplo de democracia e nação soberana, desejamos ao nobre companheiro e irmão de armas pleno sucesso no cumprimento de mais essa missão.

Parabéns, Gen Villas Boas!

Parabéns, Exército Brasileiro!



Planalto anuncia os novos comandantes das Forças Armadas

O Palácio do Planalto anunciou nesta quarta-feira (7) os novos comandantes das Forças Armadas para o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.
Em nota, a Secretaria de Imprensa da Presidência informou que o general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas passará a comandar o Exército; o almirante-de-esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, a Marinha; e o brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato, a Aeronáutica.
Eles assumem nas vagas atualmente ocupadas pelo general Enzo Peri (Exército); pelo almirante Júlio Moura Neto (Marinha); e pelo brigadeiro Juniti Saito (Aeronáutica).
Para definir a escolha dos novos comandantes, a presidente Dilma fez reuniões na manhã e na tarde desta quarta, no Palácio do Planalto, com o ministro da Defesa, Jaques Wagner, chefe das Forças Armadas, segundo informou a Secretaria de Imprensa.
Enzo Peri, Júlio Moura Neto e Juniti Saito estavam à frente das três forças desde fevereiro de 2007, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eles permaneceram nos cargos após a eleição da presidente Dilma Rousseff para o primeiro mandato, em 2011.

Exército
General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas - Foi comandante militar na Amazônia e atualmente trabalha na chefia do Comando de Operações Terrestres (Coter), coordenando todas as operações militares em território nacional.

Marinha
Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira - É carioca e atual comandante da Escola Superior de Guerra (ESG). Ele entrou na Marinha em 1971, pela Escola Naval, e exerceu, ao longo dos últimos 43 anos, cargos como o de chefe do Estado-Maior da Esquadra, comandante do 7º Distrito Naval e diretor de Portos e Costas.

Aeronáutica
Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato - Tem mais de 3,5 mil horas de voo e ingressou na Força Aérea em março de 1969. Na Força Aérea Brasileira (FAB), chefiou a Direção de Organização e o Comando-Geral de Operações Aéreas, além do Departamento de Ensino da Aeronáutica.

(Filipe Matoso, G1, 07/01/2015).

NOTA OFICIAL

A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje, 7 de janeiro, os nomes dos novos comandantes das Forças Armadas: Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira (Marinha), General Eduardo Dias da Costa Villas Bôas (Exército) e o Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato (Aeronáutica).
A presidenta agradeceu a competência e a dedicação dos ex-comandantes Almirante Julio Soares de Moura Neto (Marinha), General Enzo Martins Peri (Exército) e Brigadeiro Juniti Saito (Aeronáutica).

Secretaria de Imprensa
Secretaria de Comunicação Social.


CRÍTICA AO NOVO MINISTRO DA DEFESA

Um estranho no ninho

General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva
Ex-comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Escola Marechal Castello Branco).

A escolha de Jaques Wagner para o Ministério da Defesa sinalizou um dos objetivos da Presidente Dilma em relação às Forças Armadas (FA) no seu segundo mandato. O critério foi ideológico, não se pautando pelas exigências do anunciado propósito de conferir capacidade de dissuasão militar extrarregional ao Brasil. Este projeto de longo prazo, para decolar, precisaria de uma liderança com habilitação ou, pelo menos, experiência nos campos da geopolítica e das políticas e estratégias de defesa, qualificações ausentes do currículo do novo ministro.
Assim, uma das suas tarefas será fazer as FA acatarem as recomendações constantes do relatório da Comissão da Verdade (CV) que, em uma jogada de marketing, responsabilizou os presidentes militares e grande parte da cadeia de comando das FA e dos órgãos de inteligência pelas violações cometidas no combate à luta armada. Dessa forma, tentou justificar quase três anos de trabalho remunerado, pois só ampliando a quantidade de pessoas acusadas e explorando a relevância de seus nomes conseguiria conferir apelo midiático ao relatório. Muitos têm esta opinião, pois a investigação facciosa comprometeu a credibilidade da comissão e o resultado dos trabalhos pouco acrescentou à farta bibliografia já existente e conhecida. Acusados e familiares rechaçaram o relatório, mas as FA silenciaram diante do vilipêndio à sua história e à de honrados chefes do passado, atitude lamentada por um imenso universo de militares da ativa e reserva.
O novo ministro, em uma declaração ambígua, disse que as recomendações do relatório da CV serão processadas no Ministério da Defesa[1]. Ora, o relatório recomendou que as FA pedissem desculpas à Nação por violações cometidas no combate à luta armada, como se estas fossem uma norma institucional e não desvios em níveis intermediários. E o que dizer do PCB, PCdoB e dezenas de grupos armados revolucionários, cujo propósito era implantar um Estado totalitário socialista e, para isso, empregaram terrorismo, sequestro, tortura e execuções? São os mestres da hipocrisia e falsidade, pois se consideram moralmente autorizados a cometer os mesmos crimes de que acusam seus oponentes, a criar conflitos que enlutam uma sociedade e a liquidar a liberdade e a democracia. Mas a Nação brasileira apoiou o Estado, que os derrotou e lhes concedeu anistia ao invés de promover um banho de sangue, como eles fariam, pois assim foi o desfecho dos conflitos onde o socialismo venceu, a exemplo de suas matrizes soviética, chinesa e cubana. Como é sabido, o PT e seus aliados radicais pretendem que as FA rompam o compromisso com a sua história, tradições e chefes do passado e, também, se empenham em mudar o ensino militar, a fim de inserir a ideologia socialista nos estabelecimentos de ensino castrenses. Além disso, tentam romper a coesão entre a ativa e a reserva militar, procurando emplacar ideias-forças como a de FA ditatoriais do passado em contraposição às FA democráticas de hoje e a de uma nova oficialidade democrática, não mais autoritária como a das nefastas FA do passado.
Jaques Wagner, quando governador da Bahia, endossou a mudança do nome de uma escola estadual, de Presidente Médici para Carlos Marighella. Presente à solenidade, elogiou Marighella como sendo “um apaixonado pela liberdade[2]”. Convém lembrar uma das pérolas desse apaixonado pela liberdade, escrita no Manual do Guerrilheiro Urbano de sua autoria: “o guerrilheiro urbano tem que se fazer mais agressivo e violento, girando em torno da sabotagem, terrorismo, expropriações, assaltos, sequestros e execuções”. Eis o falso herói dos socialistas, exemplo com que Jaques Wagner pretende inspirar futuras gerações. Qual seria o conceito de liberdade do novo ministro da Defesa?
No discurso de posse, Jaques Wagner declarou: “Sou ministro da Defesa de um projeto político vitorioso --- e as Forças Armadas são parte fundamental deste projeto vitorioso”. Mas qual é esse projeto político do PT? Trata-se da implantação do regime socialista no Brasil, segundo orientação do Foro de São Paulo e em aliança com a ditadura cubana, governos bolivarianos, partidos e movimentos de esquerda radicais na América Latina, inclusive a narcoguerrilha colombiana. A estratégia adotada é de linha gramcista que prega, de forma subliminar, a substituição de valores morais e éticos tradicionais por antivalores materialistas que enfraquecem a família e eliminam referenciais básicos à paz social. Ela está inserida no Programa Nacional de Direitos Humanos, que preconiza o controle da mídia, dos Poderes Legislativo e Judiciário e de todos os setores da Nação por meio de conselhos aparelhados pelo PT, bem como a neutralização das FA, objetivos intermediários para o partido alcançar a hegemonia na sociedade, imobilizando-a antes da conquista total do poder.
É um projeto incompatível com os valores, a missão e o espírito democrático das FA, além de ter sido amplamente contaminado pela corrupção. O Marechal Castello Branco, exemplo de cidadão e líder militar, assim se manifestou quanto à relação FA - Governo: “Os meios militares nacionais e permanentes não são propriamente para defender programas de Governo, muito menos a sua propaganda, mas para garantir os poderes constitucionais, o seu funcionamento e a aplicação da lei. Se lhes fosse permitida a faculdade de solidarizarem-se com programas, movimentos políticos ou detentores de altos cargos haveria, necessariamente, o direito de também se oporem a uns e a outros[3]”.
Tudo o que foi aqui descrito evidencia o desconhecimento da cultura organizacional, da missão e do espírito das FA brasileiras pelo novo ministro. Elas professam valores e têm uma visão de futuro para o Brasil em total dissonância com as crenças e ideais de Jaques Wagner. Ou seja, em termos de coração e mente, ele é um estranho no ninho.

[1] oglobo.globo.com› Brasil.
[2] www1.folha.uol.com.br/poder/2014/04/1439523.
[3] Circular Reservada do Chefe do Estado-Maior do Exército (20-03-1964).


EDITORIAL ESTADÃO

Discurso de posse do segundo mandato de Dilma Rousseff

O discurso de posse do segundo mandato de Dilma Rousseff perante o Congresso Nacional foi uma lamentável exibição de soberba, desrespeito à verdade e ao discernimento dos brasileiros e uma ducha de água fria para quem imaginava que, na hora de assumir a continuidade do comando de um país que deixou pior do que quando o recebeu quatro anos atrás, a chefe do governo tivesse um mínimo de humildade para estender a mão à metade do País que não lhe deu o voto, mas faz parte da unidade dentro da diversidade que compõe a Nação brasileira.
O que se viu assomar à tribuna do Congresso Nacional transformada em palanque no dia 1º de janeiro foi a prepotência e o desapreço pelo contraditório democrático de uma presidente que, como o seu PT, se considera monopolista da virtude e defensora única dos fracos e oprimidos. Uma presidente e um partido que não se pejam de, contrariando a evidência dos números, das estatísticas e da própria lógica de sua estratégia de manutenção do poder, proclamar que em 12 anos eliminaram "a tragédia da fome", superaram "a extrema pobreza" e, de quebra, "apurou e puniu com tanta transparência a corrupção", como se isso dependesse apenas da vontade de Lula, Dilma & Cia. e não de instituições sólidas que a sociedade brasileira está aprendendo a construir. E, principalmente, como se o PT não tivesse tido a desfaçatez de promover a "guerreiros do povo brasileiro" seus dirigentes-delinquentes condenados no julgamento do mensalão.
O discurso de 40 minutos de Dilma parece ter saído direto do caldeirão de prodígios do marqueteiro a quem, em substituição ao Lula de 2010, coube o mérito de transformá-la em presidente reeleita. "Fui reconduzida para continuar as grandes mudanças do País e não trairei este chamado." "Este projeto de nação triunfou e permanece devido aos grandes resultados que conseguiu até agora." "É a inauguração de uma nova etapa neste processo histórico de mudanças sociais do Brasil."
Empolgada com um desempenho que imagina absolutamente prodigioso nos seus primeiros quatro anos de governo, Dilma não foi capaz de admitir sequer o menor erro entre os muitos que cometeu e dos quais a nação é testemunha, muito especialmente na área econômica e fiscal. Admitiu, no máximo, breves referências a "correção de distorções e eventuais excessos". Nem foi capaz, como seria absolutamente necessário diante da gravidade da situação, de cumprir satisfatoriamente o que prometera no discurso de diplomação: "O detalhamento das medidas que vamos tomar, para garantir mais crescimento, mais desenvolvimento econômico e mais progresso social para o Brasil".
Ao invés de esclarecer, confundiu, contrariando a equipe que nomeou para botar ordem nas contas do governo, gabando-se da redução da dívida líquida do setor público, obtida graças à "contabilidade criativa". Joaquim Levy e companheiros já deixaram claro — se Dilma permitir, é claro — que pretendem trabalhar com o conceito de dívida bruta, que traduz fielmente a realidade. Pior, Dilma não demonstrou o menor constrangimento ao garantir que sempre orientou suas ações "pelo imperativo da disciplina fiscal".
A retórica palanqueira, contudo, não obstante esmerada em arroubos de autoglorificação, não conseguiu evitar que a verdade transparecesse através das frestas da mistificação. "Mais que ninguém sei que o Brasil precisa voltar a crescer", cometeu a imprudência de admitir, assinando a confissão de que sob o seu comando o Brasil parou de crescer. Só faltou, como sempre fez, atribuir os fracassos de seu governo não à própria inépcia, mas a uma situação internacional adversa.
Mas Dilma não se poupou de, no melhor estilo petista, inventar inimigos imaginários que precisam ser combatidos: "Vamos, mais uma vez, derrotar a falsa tese que afirma existir um conflito entre estabilidade econômica e o crescimento social".
A fala presidencial é rica, enfim, em meias-verdades, inverdades inteiras, obviedades e platitudes, mistificação, preconceitos, retórica oca. Reflete, infelizmente para a Nação, o pouco que tinha a dizer. Para completar, Dilma apresentou-se como campeã da luta anticorrupção e disse pretender estimular "uma nova cultura fundada em valores éticos profundos". Como atribuiu a roubalheira na Petrobrás à ação de funcionários miúdos e a uma conspiração internacional, já se sabe o que virá.
(Estadão, 04/01/2015).



ÍNDICE

“Apesar de tudo ainda existem os que teimosamente se dão pelo Brasil, sem nada esperar em troca!”
José G. Pimentel

Suplemento ‘Encontro das Letras’

José Geraldo Pimentel

Depois de uma temporada sem postar matérias no site, em função de uma hospitalização para retirada do Apêndice, volto com uma reformulação da página Pequenas Histórias.
Dentro do site criei um suplemento denominado ‘Encontro das Letras’. Nele passo a postar as matérias não ligadas à temática política e militar.
No suplemento ‘Encontro das Letras’ podem-se acessar ‘ensaios’, ‘crônicas urbanas’, ‘fotografia’, ‘mensagens’, ‘revista cultural’, ‘pensamento livre’, abordagem sobre este autor e sua autobiografia. É uma maneira descontraída de enfocar o meu universo sem entrar na violência do dia a dia, do empobrecimento moral das instituições. Das falcatruas que campeiam pelos quatro cantos do país, dada à submissão das Forças Armadas aos governantes de plantão, à vergonhosa atuação de um Congresso Nacional entregue a políticos corruptos e a um Supremo Tribunal Federal manobrado por uma maioria de seus membros, que não serve à Justiça, mas aos seus beneméritos que lá os colocaram como testas de ferro. Mas acredito que um dia a população irá cansar de ser massa de manobra e voltaremos a ser uma grande nação, não esse entulho de esculacho quinto mundista, que só é grande na cabeça visionária de governantes populistas, que acham que o país é a salvação do mundo, perdoando dívidas e fazendo obras faraônicas para atender governos ditatoriais quer de esquerda ou de direita, mas distanciados do mundo em que vivemos. Para atender a esses governantes, há dinheiro; mas para proporcionar assistência médico-hospitalar, saneamento básico, segurança pública, moradia, emprego e ensino de qualidade, no nosso país, não existe. A inclusão social atende pelo nome de ‘Bolsa Família’; agrado que não chega a um quinto do salário mínimo. O miserável, analfabeto funcional, fica agradecido e forma um contingente de votos de cabresto. O voto que elege e reelegem bandidos da laia de um ex-presidente da república, - Luiz Inácio Lula da Silva, o ‘Barba’, - lacaio que servia aos colegas de porta de fábrica e aos senhores empresários. Elege e reelege uma ladra e assassina, Dilma Vana Rousseff, o poste plantado pelo que a antecedeu na presidência da república.
Um dia um oficial adentrará no gabinete do Comandante do Exército, General Enzo Martins Peri, e o expulsará a tapas e pontapés.
- Se não tem condições morais para comandar a Força, peça demissão!
O General Enzo nos dois mandatos presidências que tem permanecido como comandante do Exército, só teve dois momentos que foram dignos de um chefe militar. Primeiro, ao assumir o cargo fez circular uma mensagem que pedia que se tratasse com carinho e respeito o pessoal da reserva e reformado que comparecesse a uma repartição militar. Por último centralizou as informações de sua pasta em seu gabinete em Brasília. De resto foi fraco, bajulador e confundiu o tempo todo covardia com disciplina militar. Foi tratado como cachorro, e como tal vem agindo. Um pau mandado indigno de exercer o cargo que exerce.
Felizmente seus dias estão contados. Irá deixar o cargo para o bem ou para o mal.
O Exército precisa ser salvo da tirania dos atuais governantes. Salvando-o, se salva o país!

Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014.

EDITORIAL
. Fim de um ciclo. (José Geraldo Pimentel).
. O politicamente correto. (José Geraldo Pimentel).
. Defender o corporativismo é dar sinal de fraqueza moral e falta de atitude. (José Geraldo Pimentel).
. Tomada de atitude. (José Geraldo Pimentel).
. Liberdade consentida. (José Geraldo Pimentel).
. O limite da crítica e o corporativismo. (José Geraldo Pimentel).
. Morte aos terroristas! (José Geraldo Pimentel).
. República Popular do Brasil. (José Geraldo Pimentel).

Veja.

CRÍTICA
. A Metamorfose (?) do Exército Brasileiro? (Gen Valmir Fonseca Azevedo Pereira).
. Carta de uma médica à presidente da república. (Fernanda Melo).
. Resposta do presidente do STF à fala do ex-presidente Lula.
. Janot pede que Dirceu e Delúbio recebam autorização de trabalho externo.
. Guarda pretoriana. (Rômulo Bini Pereira).
. Ex-aliado atribui a Lula maior crise da história do setor sucroalcooleiro. (Cláudio Humberto).
. Grito da Liberdade. (Reinaldo Azevedo).
. O governo da anarquia. (Sacha Calmon).
. A violência é a marca dos governos do Partido dos Trabalhadores. (Maria Lucia Victor Barbosa).
. A rua petista. (Denis Lerrer Rosenfield).

Veja.

OPINIÃO
. PT - Governo Perdulário. (A. C. Monteiro).
. Não ao socialismo. (Cel José Gobbo Ferreira).
. IPM já! (Cel Alexandre de Mattos Borges Lins).
. Faltaria guilhotina se o povo soubesse o que se passa, diz Alckmin. (Paulo Gama e Daniel Roncaglia).
. “Direitos humanos”. (Rogério Medeiros Garcia de Lima).

Veja.

COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE
Relatório final da Comissão Nacional da Verdade
. Meu ponto de vista sobre a Comissão Nacional da Verdade. (José Geraldo Pimentel).
. As vítimas das vítimas. (Jaime Edmundo Dolce).
. Especial ‘Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade’.
. In Memoriam às vítimas do terrorismo.

Inspeções no 1BPE e HCE realizadas pela CNV e CEV/RJ
. CNV diz que Exército ocultou documentos procurados em Hospital do Rio.
. MPF e PF realizam busca de documentos de vítimas da ditadura no HCE.
. Consultor de estética. (José Geraldo Pimentel).
. Ex-presos voltam ao DOI-Codi do Rio para reconhecer instalações de tortura.
. Centro de tortura no RJ deve se tornar memorial sobre história da ditadura.
. Sete ex-presos reconhecem celas e salas de tortura no Doi-Codi do Rio.

Ministro Celso Amorim vai contra parecer dos comandantes militares
. Ministro da Defesa dá outra interpretação a documentos dos Comtes. de Forças. (José Geraldo Pimentel).
. Em documento, Forças Armadas admitem pela primeira vez tortura e mortes durante ditadura. (Evandro Éboli).
. Despacho do ministro da Defesa à Comissão Nacional da Verdade. (Ministério da Defesa).
. As Forças Armadas unidas respondem a questionário da ‘Comissão da Calúnia’. (José Geraldo Pimentel).
. A Comissão da Verdade reúne-se com os militares. (José Geraldo Pimentel).

Desvios de conduta da CNV
. Não atendam à convocação da ‘Comissão da Calúnia’. (José Geraldo Pimentel).
. Carta Aberta à Comissão Nacional da Verdade. (Márcio Matos Viana Pereira).
. Explicação para a torpeza da ‘comissão da calúnia’. (José Geraldo Pimentel).
. "Não vou comparecer. Se virem. Não colaboro com o inimigo". (CNV).
. Militares têm comparecido à ‘comissão da calúnia’, mas ironizam os comissários.
. A CNV alimenta a discórdia entre as FFAA e a população.

A ‘comissão da calúnia’ tenta reescrever a história
. Verdade e narrativa. (Denis Lerrer Rosenfield).
. 50 anos do golpe de Estado de 1964. (CNV).

Cartilha ensina como se defender da Gestado petista.
Veja.

AS FORÇAS ARMADAS
A instituição militar
. Legado dos atuais comandantes militares das Forças Armadas.
. Perspectivas de Mudança na Área Militar.
. Papel das Forças Armadas.
. As Forças Armadas são uma instituição do Estado, e não de governo.
. A carreira militar.
. Sobre valores.
Rastro de pólvora nos altos escalões
. Atitude firme do Comandante do Exército dá um freio na ‘Comissão da Calúnia’. (José Geraldo Pimentel).
. Comandante impõe silêncio ao Exército. (Chico Otávio).
. Parentes de mortos na ditadura pedem a Dilma demissão do general Enzo Peri. (Mário Magalhães).
. Exército nega ordem para calar sobre regime de 64. (Chico Otavio e Evandro Eboli).
. General proíbe colaboração do Exército para apurar crimes da ditadura. (Luiz Cláudio Cunha).
. Luz solar no fim do túnel. (A.C.Monteiro).

Visão global
. A estupidez da provocação, um recado.
. Ministra filiada ao PT é nomeada presidente do Superior Tribunal Militar.
. A verdade sem retoque.
- Governo concede reajuste para PF e Militares das F.A amargam esquecimento.
- Nós militares somos uns fracos!

Veja.

CLUBE MILITAR – A CASA DA REPÚBLICA
. Resposta à pesquisa do Clube Militar.
. O pensamento do Clube Militar.
- A comissão nacional da meia verdade e a lei da anistia.
- Um fio de esperança.
- O Exército de sempre.
. Antonio Gramsci.

Veja.

ATUALIDADES
. Manifestações de ruas.
. O comunismo ganhando corpo no Brasil.
. Plebiscito.
. Terrorismo.

Veja.

ÚLTIMA PÁGINA
. Ensaio fotográfico incorporado à Biblioteca Nacional de Portugal.
Veja.

DESTAQUES

Revisão da Lei da Anistia
Veja.
. TRF manda prosseguir ação do caso Rubens Paiva. (Chico Otávio).
. Procuradoria-Geral da República dá parecer a favor da revisão da Lei da Anistia.
. Comissão do Senado aprova revisão da Lei da Anistia. (Evandro Éboli).
. A melhor defesa é o ataque. Reajam! (José Geraldo Pimentel).


Um paralelo entre as Copas de 1970 e 2014
. A presença da presidente Dilma em solenidades continua sendo motivo para vaias.
. Dilma é vaiada no encerramento da Copa do Mundo 2014. (Vídeo).
. ‘Dialogo’ com a presidente da república. (José Geraldo Pimentel).
. Sonho - Brasil hexacampeão. (José Geraldo Pimentel).
. Lembranças. (José Geraldo Pimentel).
. Em 1970 Médici era aplaudido nos estádios de futebol. Em 2014 Dilma é vaiada! (Alexandre Garcia).

Veja.

O Movimento Cívico-Militar de 31 de Março de 1964
Manoel Soriano Neto.

Edição especial dos 50 Anos da Contrarrevolução de 1964
31 de Março de 1964 – A Verdade.

Dia da Pátria
Veja.
. Eu vi! (José Geraldo Pimentel).
. Desfile de Sete de Setembro de 2014. (Vídeo).
. Sete de Setembro. (José Geraldo Pimentel).
. Um dia para ser esquecido! (José Geraldo Pimentel).
. Como é bom ser brasileiro.
. Orgulho de ser brasileiro. (José Geraldo Pimentel).
. A Pátria. (Rui Barbosa).
. A Pátria. (Olavo Bilac).


Dia do Soldado
Especial.
. Eu sou um soldado do Exército brasileiro! (José Geraldo Pimentel).
. O recruta 1001. (José Geraldo Pimentel).
. Seguindo o Exemplo de Caxias. (Cel José Gobbo Ferreira).
. Dia do Soldado. (Gen Marco Antonio Felicio da Silva).
. Dia do Soldado, nascimento do imortal Duque de Caxias. (Cel Ney de Oliveira Waszak).
. Ele, sim, governa o Brasil! (Aileda de Mattos Oliveira).


O Dia do Exército sem comemorações
Especial.

SÁTIRA

A dama do vestido branco
José Geraldo Pimentel.

COMPORTAMENTO

A desconstrução do mito de barro Maria do Rosário
José Geraldo Pimentel.

(Topo)
 
 
Ellen
Ellen e o Barco Dom
Feijão e Mimi
Pescado
Mimi no DON
Romanée-Conti
Mimi e a Bandeira
Mimi
Mimi sob o cobertor
Mimi na proa do barco
Mimi - Relax
Mimi agasalhada
Mimi no barco Don
Mimi no Barco Don (02)
Mimi - Relax 2
 
 
FRASE DO DIA
"A falta de liberdade não consiste jamais em estar segregado, e sim em estar em promiscuidade, pois o suplício inenarrável é não se poder estar sozinho."
Fiodor Mikhailovitch Dostoievski
 
O silêncio

“Fique em silêncio... Não conteste... Não fale nada sobre as injustiças.
Não se exponha, não reaja e talvez você viva em paz, afinal não está incomodando ninguém. Talvez apenas não consiga dormir por causa dos gritos que vêm de dentro de sua alma clamando por justiça.”

Elis Regina



Retrospectiva de 2013 no Facebook

Compilação com os meus grandes momentos no Facebook durante este ano de 2013, como eventos cotidianos, publicações populares que compartilhei e publicações nas quais meus amigos me marcaram. Veja a retrospectiva do ano no endereço:

https://www.facebook.com/yearinreview.



ÍNDICE

Notícias Nacionais.
Notícias Internacionais.


PROTEÇÃO AOS ANIMAIS

INSTITUTO ROYAL

Instituto Royal é ameaçado de nova invasão

Em mensagens no Facebook, ativistas disseram terem visto funcionários nas instalações.

Por meio das redes sociais, ativistas ameaçam fazer uma nova invasão nas instalações do Instituto Royal, em São Roque (SP), para confirmar a inexistência de animais no local. O instituto, que realizava testes de remédios em cães da raça beagle e roedores, foi invadido e depredado duas vezes nos últimos meses para a retirada dos animais. As novas ameaças levaram a direção do Royal a emitir nota no último sábado (30) reafirmando que interrompeu, definitivamente, as atividades na cidade no dia 6.
Em troca de mensagens no Facebook, ativistas disseram terem visto movimento de funcionários nas instalações de São Roque. Uma jovem que se identificou como membro do ALF (Animal Liberation Front), grupo que luta pela libertação animal, sugeriu uma nova invasão e recebeu o apoio de outros ativistas.
- O Brasil é o País dos esquecidos, passa um tempo e fazem tudo de novo.
(R7, 01/12/2013).

Protetores de animais invadem o Instituto Royal e libertam 176 cães que eram usados em pesquisas científicas
Veja.
. Instituto Royal encerra atividades em São Paulo.
. Invasão que eu aplaudo. (José Geraldo Pimentel).
. Depoimento de Luisa Mell.
. O trabalho de Luisa Mell.
. Jornal da Record News. (Vídeo).
. "Ocupa São Roque".


SUA AJUDA É IMPORTANTE

Dê a sua contribuição:
. Proteção aos animais. (Adote um animal).
. A UNEMFA precisa de nossa ajuda.
. Projeto ‘Desafiando o Rio-mar’.
. Wikipédia, a enciclopédia livre.


SELEÇÃO DE ARTIGOS E CRÔNICAS

Vou dar um beijo nas tuas lembranças.
Ácmon Pimentel Pascoal. (5 anos).

O pensamento livre - ‘Falando ao Coração’
Veja.
. Orgulho de ser brasileiro. (José Geraldo Pimentel).
. Confessando com orgulho... (Arnaldo Jabor).
. Onde está o futuro??? (Mauro Rogério).
. As Forças Armadas não estão omissas! (Paulo Chagas).
. Na “Ditadura Militar”, o povo brasileiro era feliz e não sabia. (Luiz José Mendonça).
. As forças divinas nas selvas amazônicas. (Siro Darlan).
. O Sacrifício de Andrômeda. (Lenilton Morato).
. "Se quiser beber, eu bebo". (Antônio Pedro).
. Facebook, o bem e o mal. (Arnaldo Jabor).


Biografia
Artigo de despedida de D. EUGENIO SALES.
. Fonte de paz.

Circe Vidigal
Artigos.

As Forças Armadas em Foco
Veja.
. Nós existimos para DEFENDER A PÁTRIA. (Sérgio Augusto Pinto de Campos - Cel Inf R/1).
. Nós existimos para DEFENDER A PÁTRIA. (Crítica: Ten Cel Fernando Batalha).
. Prezado Professor Olavo de Carvalho. (José Gobbo Ferreira).
. Dissuasão extra-regional, assim, é só discurso. (Luiz Eduardo Rocha Paiva).
. Estratégias de Defesa Nacional. (Partes I e II).
. Atual situação das Forças Armadas. (Demóstenes Torres).
. Brasil precisa decidir sobre sua capacidade militar. (Jorge Serrão).
. O The END de uma farsa. (Lino Tavares).
. A revolução continuada. (Carlos Vilmar).
. Mensagem de alerta para a presidenta. (Paulo Ricardo da Rocha Paiva).
. Questão de honra. (Olavo de Carvalho).
. Forças carentes. (André Soares).
. Quem poupa o lobo mata as ovelhas. (Luís Mauro Ferreira Gomes).


DIFERENÇA DE ESTILOS

“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem a agitadores e terroristas de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia”.
Gen Ex Walter Pires de Carvalho e Albuquerque
Ex Ministro do Exército.

“Eu não sei se cabe a esses militares gostarem ou não gostarem. Ela (a presidente Dilma Rousseff) é a chefe suprema das Forças Armadas, indicou o ministro e acabou, não se discute. Estou c… e andando para esses caras (os militares). No meu governo, tiveram que me aguentar e viviam me enchendo o saco pedindo migalhas de reajuste. Pediam uma coisa, eu enrolava e nunca dava o que eles pediam; depois dava uma esmola qualquer e não me sacaneavam mais. Não tenho medo deles; nunca tive.
Amorim é o homem ideal, no cargo certo. Ele vai dar um jeito naquele troço (MD). Ele está qualificado para ocupar qualquer pasta.”

Ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em entrevista à imprensa em Bogotá, Colômbia.
















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COTAÇÃO


VÍDEOS

A Bolsa Família e a incoerência do presidente Lula

A essência do programa Bolsa Família.

“Os planos do PT pra esse governo, eu acho que eles começaram com a primeira eleição do Lula. A perpetuação do PT no poder. Com o Lula ou com terceira pessoa. Eu me lembro na ocasião em que começaram a falar do bolsa família e tal, eu perguntei ao José Dirceu: “Mas como é que vocês entendem essa questão da bolsa família… porque o Lula sempre falou que as pessoas precisavam ter 3 refeições, o café da manhã, o almoço, o jantar e tal… é nessa linha, ou educar ou não e tal…” E ele me disse: “Olha, você já pensou o que representa isso em matéria eleitoral? Nós vamos beneficiar 12 milhões de famílias, por exemplo. 12 milhões de famílias são mais de 40 milhões de votos.” É isso que é a bolsa família. Quer dizer, não há nada mais profundo do que o problema eleitoral. Quer dizer, você recebe dinheiro pra votar”.
Hélio Bicudo.


NÃO AO COMUNISMO

Pr. Silas Malafaia se diz perseguido pelo PT
(21 de julho de 2014).


Decreto Legislativo contra o golpe de Estado do PT nº 8.243

Mudança de regime por decreto.

Senador Alvaro Dias

O decreto assinado por Dilma, que institui a Política Nacional de Participação Social, enfraquece o Poder Legislativo, representa uma atitude arrogante e autoritária, e podem levar ao engessamento das decisões do próprio governo. Essas e outras opiniões de juristas, ex-ministros e professores sobre a medida tomada pela presidente foram destacadas pelo senador Alvaro Dias, na sessão plenária desta segunda-feira (02/06/14). Na Tribuna, o senador anunciou a apresentação de projeto de decreto legislativo de sua autoria para sustar os efeitos do decreto nº 8.243, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação (SNPS).
(JP Madeira, 02/06/2014).


Governo muda regime por decreto
Veja.
. Decreto Legislativo contra o golpe de Estado do PT nº 8.243. (Vídeo).
. Governo quer fundo para bancar conselhos. (Estadão).
. Mudança de regime por decreto. (Editorial O Estado de SPaulo).
. Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe! (Reinaldo Azevedo).
. Nova ameaça à democracia. (Editorial Correio Braziliense).
. Decreto agride democracia representativa. (Editorial O Globo).
. A Internacional Comunista.
. História.
. "Vou implantar o Socialismo no Brasil", diz Lula à Walesa.


Geraldo Vandré contando as verdades do Regime Militar

A versão do artista é totalmente diferente da apresentada pela mídia, Quem manipulou? Quem foi o manipulado? E Por quê?


Cantor Ney Matogrosso em entrevista na TV portuguesa


Escritora Adélia Prado denuncia a ditadura do PT

"Nós estamos vivendo um momento muito esquisito, um momento muito triste. É uma ditadura disfarçada. Não me sinto em um país democrático. (...) Na ditadura (militar) nós estávamos mais vivos do que estamos agora."
(Publicado em 18/05/2014).


Vídeos – Parte II
Veja.



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Prosa &Política. (Andréa Haddad).
Ternuma.
Transparência Brasil.
Tribuna da Imprensa.

Ética na Política
Instituto Millenium.
Observatório da Imprensa.

Notícias de interesse das FFAA
Resenha Diária do Ministério da Defesa.
Resenha OnLine (Exército).

(Volta)
 
 
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